NÃO?
Então veja se não tenho razão:
Alguma pessoa normal chegaria na frente do mar e diria: ABRE-TE!?
Alguma pessoa normal olharia pra cima e gritaria pro sol: PÁRA, SOL!?
Alguma pessoa normal bateria com o cajado numa pedra pra tirar água!?
Alguma pessoa normal diria pra um morto há 3 dias: LEVANTA-TE E ANDA!?
Alguma pessoa norma mandaria o mar e o vento ficarem quietos!?
Alguma pessoa normal ficaria quietinha sentada dentro de uma jaula com leões famintos?
Alguma pessoa normal ficaria rodando em volta de uma cidade durante 7 dias, cantando, até as muralhas da cidade cairem?
Humm...Eu acho que ninguém faria isso, né?!
Parece brincadeira.
Mas hoje eu estava pensando sobre isso... e resolvi que também vou ficar "doidona"!
afinal...Vocês sabem o que é isso, gente?
Uma coisinha chamada FÉ!
Quando gente tem FÉ, agente olha e vê o invisivel!
E nem se importa com que os outros vão pensar, pois...Só Deus precisa ver!
É assim que quero você hoje:
VENDO O INVISIVEL! ACREDITANDO NO IMPOSSIVEL!!!!!!!!!!!!!
Louco?Doido?...Tudo bem!
O nosso Deus é o Deus do impossivel!
E dá a maior força pros loucos!
Portanto, hoje saia cometendo loucuras!
Sonhe! Realize!
NUNCA SE ESQUEÇA: Deus está sempre ao seu lado.
Não há problema que Ele não resolva.
Confia Nele e Ele TUDO fará!
sábado, 12 de novembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
UMA QUESTÃO DE TEMPO
Deus nos deu bens para administramos um desses bens é o tempo.
MAS O QUE É O TEMPO?
Tempo é a sucessão de dias, horas, minutos; é a duração das coisa; é um período. portanto tempo é vida. Tempo é um bem muito precioso que possuímos. É uma jóia que quando perdida nunca mais se encontra. O tempo que passa em nossa vida nunca mais volta a passar.
O dia de hoje nunca mais voltará a existir. e quem nos dá o tempo é Deus, ele nos dá o tempo que lhe pertence.( Ec 3:1-6 ).
Portanto, possuidores que somos de uma enorme riqueza, que são os anos, os dias, as horas, os minutos, os segundos, saibamos usá-lo da melhor maneira possível. É bom lembrarmos que somos administradores do tempo e é necessário usá-lo com muito cuidado. cada um de nós haverá de prestar contas a Deus do uso que fez do tempo que Ele nos deu- e então não haverá mais tempo.
Vejamos o que a palavra de Deus fala sobre o tempo. em Ef 5:15-17 o que Paulo está dizendo aqui? Paulo diz:
* Sejam cuidadosos nos seus atos;
* Os dias que vocês estão vivendo são dias muito difíceis;
* Não sejam tolos, sem juízo;
* Sejam sábios, espertos;
* Aproveitem ao máximo cada oportunidade que tiverem;
* Pensem antes de agir;
* Procurem descobrir o que é que o Senhor quer que vocês façam;
* Aproveitem muito bem o tempo fazendo a vontade de Deus;
Dt 5:28,29
Salomão, escrevendo o livro de Eclesiastes, diz que há tempo para cada coisa e que a mocidade é o melhor tempo para lembrarmos do criador ( Ec 12:1 ).
Ninguém tem mais, nem menos tempo do que você. Todos têm 1.440 minutos por dia, 168 horas por semana. O que você tem feito com esse tempo?
Não há nada que desperdicemos tão impensadamente como o tempo. E o tempo perdido nunca será recuperado. Ah, sim! Ele também não pode ser acumulado. Não podemos investi-lo em caderneta de poupança, nem congela-lo para ser gasto segundo por segundo, minuto por minuto, hora por hora! É lamentável ver como AINDA temos usado mal o nosso tempo.
* Em conversas frívolas, fúteis, inúteis;
* Em leituras sem proveito;
* Em atividades desnecessárias
* Assistindo certo programas de TV;
* Ficando sem fazer nada; matando tempo.
O crente precisa se lembrar que seu tempo é muito precioso e que deve ser usado com muita sabedoria. Devemos ser administradores cuidadosos do nosso tempo.
"Tempo é dinheiro e precisa ser gasto sabiamente". Não há outra saída, o tempo tem de ser usado.
Como usá-lo com sabedoria?
* Fazendo bem feito aquilo que fazemos;
* Deixando de fazer aquilo que não é necessário;
* Fazendo uma coisa de cada vez;
* Fazendo em primeiro lugar as coisa mais importantes;
* Organizando as atividades a serem feitas;
* Formando o hábito da pontualidade: não perdendo o nosso tempo e muito menos o tempo de outra pessoa.
* Separando tempo para Deus: para oração, leitura e meditação da palavra, para congregar, louvar, adorar e agradecer.
Nossa vida pertence a Deus. Tempo é vida, portanto pertence a Deus.
Ele nossa dá o tempo para ser usado no trabalho, no descanso, no estudo. Deus exige de nós um mínimo de nosso tempo para Ele. Mas veja bem, precisamos dar além do mínimo, não só o mínimo, mas o máximo do nosso tempo para o Senhor, pois é o único valor permanente na vida.
TODO DIA É DIA DO SENHOR ( Sl 1:1-3/ Sl 34:1 )
E aí como você tem usado o seu tempo?
Que você seja abênçoado, graça e paz .
.
MAS O QUE É O TEMPO?
Tempo é a sucessão de dias, horas, minutos; é a duração das coisa; é um período. portanto tempo é vida. Tempo é um bem muito precioso que possuímos. É uma jóia que quando perdida nunca mais se encontra. O tempo que passa em nossa vida nunca mais volta a passar.
O dia de hoje nunca mais voltará a existir. e quem nos dá o tempo é Deus, ele nos dá o tempo que lhe pertence.( Ec 3:1-6 ).
Portanto, possuidores que somos de uma enorme riqueza, que são os anos, os dias, as horas, os minutos, os segundos, saibamos usá-lo da melhor maneira possível. É bom lembrarmos que somos administradores do tempo e é necessário usá-lo com muito cuidado. cada um de nós haverá de prestar contas a Deus do uso que fez do tempo que Ele nos deu- e então não haverá mais tempo.
Vejamos o que a palavra de Deus fala sobre o tempo. em Ef 5:15-17 o que Paulo está dizendo aqui? Paulo diz:
* Sejam cuidadosos nos seus atos;
* Os dias que vocês estão vivendo são dias muito difíceis;
* Não sejam tolos, sem juízo;
* Sejam sábios, espertos;
* Aproveitem ao máximo cada oportunidade que tiverem;
* Pensem antes de agir;
* Procurem descobrir o que é que o Senhor quer que vocês façam;
* Aproveitem muito bem o tempo fazendo a vontade de Deus;
Dt 5:28,29
Salomão, escrevendo o livro de Eclesiastes, diz que há tempo para cada coisa e que a mocidade é o melhor tempo para lembrarmos do criador ( Ec 12:1 ).
Ninguém tem mais, nem menos tempo do que você. Todos têm 1.440 minutos por dia, 168 horas por semana. O que você tem feito com esse tempo?
Não há nada que desperdicemos tão impensadamente como o tempo. E o tempo perdido nunca será recuperado. Ah, sim! Ele também não pode ser acumulado. Não podemos investi-lo em caderneta de poupança, nem congela-lo para ser gasto segundo por segundo, minuto por minuto, hora por hora! É lamentável ver como AINDA temos usado mal o nosso tempo.
* Em conversas frívolas, fúteis, inúteis;
* Em leituras sem proveito;
* Em atividades desnecessárias
* Assistindo certo programas de TV;
* Ficando sem fazer nada; matando tempo.
O crente precisa se lembrar que seu tempo é muito precioso e que deve ser usado com muita sabedoria. Devemos ser administradores cuidadosos do nosso tempo.
"Tempo é dinheiro e precisa ser gasto sabiamente". Não há outra saída, o tempo tem de ser usado.
Como usá-lo com sabedoria?
* Fazendo bem feito aquilo que fazemos;
* Deixando de fazer aquilo que não é necessário;
* Fazendo uma coisa de cada vez;
* Fazendo em primeiro lugar as coisa mais importantes;
* Organizando as atividades a serem feitas;
* Formando o hábito da pontualidade: não perdendo o nosso tempo e muito menos o tempo de outra pessoa.
* Separando tempo para Deus: para oração, leitura e meditação da palavra, para congregar, louvar, adorar e agradecer.
Nossa vida pertence a Deus. Tempo é vida, portanto pertence a Deus.
Ele nossa dá o tempo para ser usado no trabalho, no descanso, no estudo. Deus exige de nós um mínimo de nosso tempo para Ele. Mas veja bem, precisamos dar além do mínimo, não só o mínimo, mas o máximo do nosso tempo para o Senhor, pois é o único valor permanente na vida.
TODO DIA É DIA DO SENHOR ( Sl 1:1-3/ Sl 34:1 )
E aí como você tem usado o seu tempo?
Que você seja abênçoado, graça e paz .
.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
O AMOR E A RENÚNCIA
A conversa informal durante o café da manhã foi mais uma oportunidade de aprendizado para os que ouviam aquela senhora de semblante calmo e cabelos embranquecidos pelas muitas primaveras já vividas.
Ela pôs o café e o leite na xícara e alguém lhe ofereceu açúcar. Mas a senhora agradeceu dizendo que não fazia uso de açúcar. Alguém alcançou-lhe rapidamente o adoçante, por pensar que deveria estar cumprindo alguma dieta.
Mas ela agradeceu novamente dizendo que tomava apenas café com leite, sem açúcar nem adoçante dietético.
Sua atitude causou admiração, pois raras pessoas dispensam o açúcar. Mas ela contou a sua história.
Disse que logo depois que se casara havia deixado de usar açúcar. Imediatamente imaginamos que deveria ser para acompanhar o marido que, por certo, não gostava de doce.
Mas aquela senhora, que agora lembrava com carinho do marido já falecido há alguns anos, esclareceu que o motivo era outro.
Falou de como o seu jovem esposo gostava de açúcar, e falou também da escassez do produto durante a segunda guerra mundial.
Disse que por causa do racionamento conseguiam apenas alguns quilos por mês e que mal dava para seu companheiro.
Ela, que o amava muito, renunciou ao açúcar para que seu bem amado não ficasse sem.
Declarou que depois que a guerra acabou e a situação se normalizou, já não fazia mais questão de adoçar seu café e que havia perdido completamente o hábito do doce.
Hoje em dia, talvez uma atitude dessas causasse espanto naqueles que não conseguem analisar o valor e a grandeza de uma renúncia desse porte.
Somente quem ama, verdadeiramente, é capaz de um gesto nobre em favor da pessoa amada.
Nos dias atuais, em que os casais se separam por questões tão insignificantes, vale a pena lembrar as heroínas e os heróis anônimos que renunciaram ou renunciam a tantas coisas para fazer a felicidade do companheiro ou companheira.
Nesses dias em que raros cônjuges abrem mão de uma simples opinião em prol da harmonia do lar, vale lembrar que a vida a dois deve ser um exercício constante de renúncia e abnegação.
Não estamos falando de anulação nem de subserviência de um ou de outro, mas simplesmente da necessidade de relevar ou tolerar os defeitos um do outro.
Não é preciso chegar ao ponto de abrir mão de algo que se goste por mero capricho ou exigência do cônjuge, mas se pudermos renunciar a algo para que nosso amor seja feliz, essa será uma atitude de grande nobreza de nossa parte.
Afinal de contas, o verdadeiro amor é feito de renúncia e abnegação senão não é amor, é egoísmo.
Ela pôs o café e o leite na xícara e alguém lhe ofereceu açúcar. Mas a senhora agradeceu dizendo que não fazia uso de açúcar. Alguém alcançou-lhe rapidamente o adoçante, por pensar que deveria estar cumprindo alguma dieta.
Mas ela agradeceu novamente dizendo que tomava apenas café com leite, sem açúcar nem adoçante dietético.
Sua atitude causou admiração, pois raras pessoas dispensam o açúcar. Mas ela contou a sua história.
Disse que logo depois que se casara havia deixado de usar açúcar. Imediatamente imaginamos que deveria ser para acompanhar o marido que, por certo, não gostava de doce.
Mas aquela senhora, que agora lembrava com carinho do marido já falecido há alguns anos, esclareceu que o motivo era outro.
Falou de como o seu jovem esposo gostava de açúcar, e falou também da escassez do produto durante a segunda guerra mundial.
Disse que por causa do racionamento conseguiam apenas alguns quilos por mês e que mal dava para seu companheiro.
Ela, que o amava muito, renunciou ao açúcar para que seu bem amado não ficasse sem.
Declarou que depois que a guerra acabou e a situação se normalizou, já não fazia mais questão de adoçar seu café e que havia perdido completamente o hábito do doce.
Hoje em dia, talvez uma atitude dessas causasse espanto naqueles que não conseguem analisar o valor e a grandeza de uma renúncia desse porte.
Somente quem ama, verdadeiramente, é capaz de um gesto nobre em favor da pessoa amada.
Nos dias atuais, em que os casais se separam por questões tão insignificantes, vale a pena lembrar as heroínas e os heróis anônimos que renunciaram ou renunciam a tantas coisas para fazer a felicidade do companheiro ou companheira.
Nesses dias em que raros cônjuges abrem mão de uma simples opinião em prol da harmonia do lar, vale lembrar que a vida a dois deve ser um exercício constante de renúncia e abnegação.
Não estamos falando de anulação nem de subserviência de um ou de outro, mas simplesmente da necessidade de relevar ou tolerar os defeitos um do outro.
Não é preciso chegar ao ponto de abrir mão de algo que se goste por mero capricho ou exigência do cônjuge, mas se pudermos renunciar a algo para que nosso amor seja feliz, essa será uma atitude de grande nobreza de nossa parte.
Afinal de contas, o verdadeiro amor é feito de renúncia e abnegação senão não é amor, é egoísmo.
Se entre aqueles que optaram por dividir o lar, o leito e o carinho a dois, não existir tolerância, de quem podemos esperar tal virtude?
Se você ainda não havia pensado nisso, pense agora.
Pense que, quando se opta por viver as experiências do casamento, decide-se por compartilhar uma vida a dois e isso quer dizer, muitas vezes, abrir mão de alguns caprichos em prol da harmonia no lar.
Se você só se deu conta disso depois que já havia se casado, lembre-se de que a convivência é uma arte e um desafio que merece ser vivido com toda dedicação e carinho. Pois quando aprendermos a viver em harmonia dentro do lar, estaremos preparados para viver bem em qualquer sociedade.
Se você ainda não havia pensado nisso, pense agora.
Pense que, quando se opta por viver as experiências do casamento, decide-se por compartilhar uma vida a dois e isso quer dizer, muitas vezes, abrir mão de alguns caprichos em prol da harmonia no lar.
Se você só se deu conta disso depois que já havia se casado, lembre-se de que a convivência é uma arte e um desafio que merece ser vivido com toda dedicação e carinho. Pois quando aprendermos a viver em harmonia dentro do lar, estaremos preparados para viver bem em qualquer sociedade.
Graça e paz a todos!
terça-feira, 19 de julho de 2011
O FRIO
Conta-se que seis homens ficaram presos numa caverna por causa de uma avalanche de neve.
Teriam que esperar até o amanhecer para receber socorro. Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam.
Eles sabiam que se o fogo apagasse todos morreriam de frio antes que o dia clareasse.
Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira. Era a única maneira de poderem sobreviver.
O primeiro homem era racista. Ele olhou demoradamente para os outros cinco e descobriu que um deles tinha a pele escura.
Então, raciocinou consigo mesmo: "aquele negro! Jamais darei minha lenha para aquecer um negro". E guardou-a protegendo-a dos olhares dos demais.
O segundo homem era um rico avarento. Estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu um homem da montanha que trazia sua pobreza no aspecto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas.
Ele calculava o valor da sua lenha e, enquanto sonhava com o seu lucro, pensou: "eu, dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso", nem pensar.
O terceiro homem era negro. Seus olhos faiscavam de ressentimento. Não havia qualquer sinal de perdão ou de resignação que o sofrimento ensina.
Seu pensamento era muito prático: "é bem provável que eu precise desta lenha para me defender.
Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem". E guardou suas lenhas com cuidado.
O quarto homem era um pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve.
Este pensou: "esta nevasca pode durar vários dias. Vou guardar minha lenha."
O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhando fixamente para as brasas, nem lhe passou pela cabeça oferecer a lenha que carregava.
Ele estava preocupado demais com suas próprias visões (ou alucinações?) Para pensar em ser útil.
O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosas das mãos os sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido. "esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo o menor dos gravetos".
Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e, finalmente apagou.
No alvorecer do dia, quando os homens do socorro chegaram à caverna encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha. Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de socorro disse: "o frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro".
Não deixe que a friagem que vem de dentro mate você.
Abra o seu coração e ajude a aquecer aqueles que o rodeiam.
Não permita que as brasas da esperança se apaguem nem que a fogueira do otimismo vire cinzas.
Contribua com seu graveto de amor e aumente a chama da vida onde quer que você esteja.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
O PIANO
Desejando encorajar o progresso de seu jovem filho ao piano, uma mãe levou seu pequeno filho a um concerto de Paderewski.
Depois de sentarem, a mãe viu uma amiga na platéia e foi até ela para saudá-la. Tomando a oportunidade para explorar as maravilhas do teatro, o pequeno menino se levantou e eventualmente suas explorações o levaram a uma porta onde estava escrito: "PROIBIDA A ENTRADA".
Quando as luzes abaixaram e o concerto estava prestes a começar, a mãe retornou ao seu lugar e descobriu que seu filho não estava lá.
De repente, as cortinas se abriram e as luzes caíram sobre um impressionante piano Steinway no centro do palco. Horrorizada, a mãe viu seu filho sentado ao teclado, inocentemente catando as notas de
"Cai, cai, balão".
Naquele momento, o grande mestre de piano fez sua entrada, rapidamente foi ao piano, e sussurrou no ouvido do menino:
- Não pare, continue tocando .
Então, debruçando, Paderewski estendeu sua mão esquerda e começou a preencher a parte do baixo. Logo, colocou sua mão direita ao redor do menino e acrescentou um belo acompanhamento de melodia. Juntos, o velho mestre e o jovem noviço transformaram uma situação embaraçosa em uma experiência maravilhosamente criativa.
O público estava perplexo. É assim que as coisas são com Deus. O que podemos conseguir por conta própria mal vale mencionar. Fazemos o melhor possível, mas os resultados não são exatamente como uma música graciosamente fluida.
Mas, com as mãos do Mestre, as obras de nossas vidas verdadeiramente podem ser lindas. Na próxima vez que você se determinar a realizar grandes feitos, ouça atentamente. Você pode ouvir a voz do Mestre, sussurrandoem seu ouvido:
- Não pare, continue tocando.
Sinta seus braços amorosos ao seu redor. Saiba que suas fortes mãos estão tocando o concerto de sua vida. Lembre-se, Deus não chama aqueles que são equipados. Ele equipa aqueles que são chamados. E Ele sempre estará lá para amar e guiar você a grandes coisas.
sábado, 16 de julho de 2011
É PRECISO ESFORÇO....
Certo dia, um homem caminhava por uma estrada deserta e começou a sentir fome. Não estava prevenido, pois não sabia que a distância que ia percorrer era longa.
Começou a prestar atenção na vegetação ao longo do caminho, na tentativa de encontrar alguma coisa para acalmar o estômago.
De repente notou que havia frutos maduros e suculentos em uma árvore. Aproximou-se mas logo desanimou, pois a árvore era muito alta e os frutos inacessíveis.
Continuou andando e foi vencido pela fome e o cansaço. Sentou-se na beira do caminho e ficou ali lamentando a sorte.
Não demorou muito e ele avistou outro viajante que vinha pelo mesmo caminho. Quando o viajante se aproximou, o homem notou que ele estava comendo os frutos saborosos que não pudera alcançar e lhe perguntou:
- Amigo, belo fruto você encontrou.
- É, respondeu o viajante. Eu o encontrei no caminho, a natureza é pródiga em frutos suculentos.
- Mas você tem a pele machucada, observou o homem.
- Ah, mas isso não é nada! São apenas alguns arranhões que ficaram pelo esforço que fiz ao subir na árvore para colher os frutos.
E o homem, agora com mais fome ainda, ficou sentado resmungando, de estômago vazio, enquanto o outro viajante seguiu em frente.
**************************************
Algumas vezes, fatos como esse também ocorrem conosco.
Ficamos sentados lamentando o sofrimento mas não abrimos mão da acomodação para sair em busca da solução.
Esquecemos que é preciso fazer esforços, lutar, persistir.
É muito comum ouvir pessoas gritando por um "lugar ao sol", mas as que verdadeiramente querem um lugar ao sol, trazem algumas queimaduras, fruto da luta pelo ideal que almejam.
Outras, mais acomodadas, dizem que Deus alimenta até mesmo os pássaros. Por que não haveria de providenciar o de que necessitam?
Essas estão certas, em parte, pois se é verdade que Deus dá alimento aos pássaros, também é certo que Ele não o joga dentro do ninho.
O trabalho de busca pelo alimento é por conta de cada pássaro, e muitas vezes isso não é fácil. Há situações em que eles se arriscam e até saem com alguns arranhões.
Por essa razão, lembre-se sempre de que Deus a todos ampara, mas a caminhada, os passos, a busca, é por conta de cada um.
Por vezes a escalada é árdua, exaustiva, solitária. Mas é preciso fazer esforços para alcançar o fruto desejado.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
A ROSA
Embora sem entender, ele se dirigiu até a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa. Parou e começou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: venha ver a rosa. Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita.
Mas o homem não se conformou e tornou a dizer: Não, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa. Diante da insistência, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com ele com aquele convite? Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? Finalmente, venceu as próprias resistências, e se sentou ao lado do homem. Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho. De fato, era um espetáculo todo diferente. Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele ângulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-íris. Dali podia-se perceber um raio de luz do sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-íris.
E o trabalhador, extasiado, exclamou: é a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-íris. Mas, se eu não tivesse me sentado onde estou, se não tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espetáculo tão maravilhoso. É preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso. O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocar de nosso
comodismo, de romper com preconceitos, para ver a pessoa do outro de modo diferente e novo. Há uma rosa escondida em toda pessoa que não estamos sendo capazes de enxergar. Há necessidade de sairmos de nós mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar incômodo, de deixar de lado as prevenções, para poder ver as rosas do outro, de um ângulo diferente. Realizemos esta experiência, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido diferente onde, para nós, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores.
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